sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Como esta a sua postura?

Provavelmente ao ler o título desse artigo você se ajeitou na cadeira e endireitou as costas, mas como anda sua postura no dia-a-dia? Como anda o alinhamento do seu corpo? As curvas da sua coluna estão aumentadas ou diminuídas? Um ombro seu é mais alto que o outro?  Um pé pisa mais para fora ou para dentro?
A manutenção da nossa postura e do nosso alinhamento corporal é uma função automática, que permite seu controle voluntário e consciente por curtos períodos de tempo, exigindo atenção.
 Esse controle automático é feito pelo nosso cérebro. Ele recebe informações de vários lugares do corpo, compara-as, e gera uma resposta ordenando aos músculos que se contraiam, uns mais, e outros menos. Isso pode ser comparado ao funcionamento de um programa de computador, se as informações de entradas estiverem com algum erro, a resposta de saída estará errada.
As principais informações usadas pelo nosso corpo para alimentar nosso programa postural provém dos nossos pés, da articulação da boca (articulação temporo-mandibular) e dos pequenos músculos que controlam os movimentos dos nossos olhos.
Exemplificando, se você pisa de maneira errada isso pode descompensar todo seu corpo, não somente de modo mecânico, por desalinhar o arranjo entre os ossos, mas também devido a informações alteradas na pele do seu pé, e provocar dores na sua coluna, joelhos, ombros.
A posturologia é um método que vem reorganizar as informações que chegam ao cérebro, e com isso tentar normalizar a resposta que ele emite ao corpo, realinhando e otimizando o funcionamento do corpo.
A sessão inicia com uma detalhada avaliação global do paciente, após isso, através de manobras de terapia manual o Fisioterapeuta vai eliminar pontos de bloqueio no corpo. Dependendo do caso será indicado o uso temporário de palmilhas, com relevos finos, com o objetivo de gerar informações corretas ao cérebro.

Como anda a sua postura?

Provavelmente ao ler o título desse artigo você se ajeitou na cadeira e endireitou as costas, mas como anda sua postura no dia-a-dia? Como anda o alinhamento do seu corpo? As curvas da sua coluna estão aumentadas ou diminuídas? Um ombro seu é mais alto que o outro?  Um pé pisa mais para fora ou para dentro?
A manutenção da nossa postura e do nosso alinhamento corporal é uma função automática, que permite seu controle voluntário e consciente por curtos períodos de tempo, exigindo atenção.
 Esse controle automático é feito pelo nosso cérebro. Ele recebe informações de vários lugares do corpo, compara-as, e gera uma resposta ordenando aos músculos que se contraiam, uns mais, e outros menos. Isso pode ser comparado ao funcionamento de um programa de computador, se as informações de entradas estiverem com algum erro, a resposta de saída estará errada.
As principais informações usadas pelo nosso corpo para alimentar nosso programa postural provém dos nossos pés, da articulação da boca (articulação temporo-mandibular) e dos pequenos músculos que controlam os movimentos dos nossos olhos.
Exemplificando, se você pisa de maneira errada isso pode descompensar todo seu corpo, não somente de modo mecânico, por desalinhar o arranjo entre os ossos, mas também devido a informações alteradas na pele do seu pé, e provocar dores na sua coluna, joelhos, ombros.
A posturologia é um método que vem reorganizar as informações que chegam ao cérebro, e com isso tentar normalizar a resposta que ele emite ao corpo, realinhando e otimizando o funcionamento do corpo.
A sessão inicia com uma detalhada avaliação global do paciente, após isso, através de manobras de terapia manual o Fisioterapeuta vai eliminar pontos de bloqueio no corpo. Dependendo do caso será indicado o uso temporário de palmilhas, com relevos finos, com o objetivo de gerar informações corretas ao cérebro.

sábado, 5 de novembro de 2011

Ansiedade nos tempos modernos




                Rápido, rápido, rápido, acorda, corra, se arrume, engula o café, escove os dentes, corra, corra, vai se atrasar. Acelera o carro pro trabalho, cuidado com o motorista barbeiro, acelera mais. Tu tens que terminar o serviço no trabalho todo hoje, vai, vai, vai. Chega em casa e tem comida pra fazer, roupa pra lavar, banho pra tomar, filho pra cuidar, e dormir pra que? se tem muito ainda a fazer.

                Nossas vidas tornaram-se corridas demais para nós. Não temos tempo nem mesmo para dormir, quem dirá de sentar para comer tranquilamente. Os horários nos afogam, os relógios nos tiram a atenção de uma conversa agradável, o telefone desperta para uma nova reunião. E as pessoas ainda perguntam por que tem ansiedade. Nosso corpo tende a se adaptar ao que vivemos, para conseguirmos dar conta de tudo, o problema é que isto provoca disfunções em outros órgãos.

                Um dos clássicos processos de ansiedade é apresentado por funcionários de bancos. Como em todos os trabalhos os chefes sempre gostam de impor metas de vendas para o final do mês, semestre ou ano. Para qualquer um chegar à meta é fantástico, ainda mais se o chefe presenteia a equipe por isto. O fato é que foi difícil chegar à meta neste mês, mas para o chefe, se conseguiu, no próximo vai conseguir mais, e para o funcionário conseguir mais somente sendo mais rápido, e então tem que correr, correr, para dar conta do prazo. E no próximo mês o chefe chega e diz, “este mês vamos ter que aumentar mais 20% o lucro”, e agora?  Mais e mais rápido.

Se ser rápido significa conseguir o que se precisa então o corpo tende a facilitar o processo e se torna mais rápido, não podendo ficar parado um segundo, para dar conta de tudo. O problema aparece quando chegamos em casa e não conseguimos parar nem para sentar no sofá, pois o nosso organismo não entende a diferença de estar em casa, ou estar no trabalho, e então é tudo rápido novamente, fala rápido, come rápido, limpa aqui, limpa ali, e o sofá lá sem ninguém para sentar.

Mas a ansiedade não é causada somente pelo trabalho, têm muita mãe por ai ansiosa para que o filho chegue bem em casa a noite, e enquanto ele não liga não pode dormir. Ou a esposa que enquanto o marido não chega não fica sossegada, “onde ele esta, o que esta acontecendo?”. Com isto começamos a entrar nos medos antecipativos, que fazem com que fiquemos pensando milhões de besteiras, tentando imaginar o que esta por vir, e geralmente o pensamento não leva a algo bom, sempre pensamos o pior, e a agitação aparece.

Outro fator interessante de se ter em conta no momento de observar a ansiedade, é o quesito ambiente. Por exemplo, se uma criança é agitada, que não para quieta, temos que primeiro ver como é o ambiente em que ela vive, o colégio, a casa. De nada irá adiantar tratar a criança, se quando ela retorna, o ambiente permanece agitado. Como no caso em que a mãe ou pai não param, chegam tarde em casa, limpa isto, limpa aquilo, manda a criança fazer isto, fazer aquilo. Se as pessoas da casa são calmas, a criança tende a ser calma, mas se a família é agitada, a criança tende a ser agitada. Portanto, para se corrigir, deve-se corrigir o todo.

Temos que colocar na balança até que ponto vale esta correria do dia a dia, esta hiperestimulação de informações, se estamos conseguindo fazer tudo direito ou estamos passando por cima de muitas coisas sem resolver por completo? Será que a agitação nos trás mais benefícios ou malefícios?  

               

               

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Medo, a impotência de tomar o controle sobre nossa vida


                O medo é uma das grandes causas de frustrações. Enquanto o medo esta nos perturbando permanecemos imóveis as situações do dia a dia, nos incapacitamos frente ao trabalho, ao estudo, ao lazer, e o descanso nunca é encontrado. Permanecemos assim num estado de estresse constante, não permitindo que nosso organismo pare e descanse.
                O medo pode nos atingir de diferentes maneiras, como por exemplo, durante uma situação nunca antes vivida, como por exemplo, em uma viagem para um lugar desconhecido, ou reviver uma situação que em sua primeira vez foi vivida em perigo, como uma nova gestação, após uma gestação de risco. Podemos também ter medos antecipativos quanto ao nosso futuro, medo de perder pessoas queridas, medo de passar fome ou viver sem dinheiro.  Existem também as fobias, que ultrapassam o limiar dos medos resultando em um temor ainda maior.
                Tenho observado no meu dia a dia que alguns de nossos sintomas acabam sendo desencadeados por situações relacionadas a medos, fazendo com que fiquemos paralisados, impedindo em grande escala que possamos viver o presente, inseguros e sempre pensando no que devemos ou não fazer, e acabamos assim perdendo um tempo precioso.
Atendi um pacientes há alguns meses que apresentava sinais de tristezas e desânimos constantes, e a surpresa veio ao descobrirmos a real causa do problema.  Anos antes ele começou a apresentar sintomas de tontura, com perdas de equilíbrio, e ao ser avaliado por um médico, o mesmo apenas olhou no ouvido dele e disse ao paciente que ele tinha um tumor no cérebro, sem nem um único exame, após a avaliação por outro especialista foi chegada à conclusão de se tratar apenas de uma labirintite. Agora se imagine no lugar do paciente, o que iria sentir? Provavelmente sentiríamos o chão se ir, um total desabamento da existência, o fim de grandes e importantes sonhos. Por mais que o diagnóstico estava errado, o mal já ficou, a palavra já foi dita, e gravada de uma maneira fulminante, difícil de ser revertida.
                Para vocês terem uma idéia, em francês a palavra TUMOR ao ser falada tem um caráter ainda mais forte se dividirmos suas sílabas, “tu” é igual a você e “mort” significa morte, ou seja, você morto. Observem que impacto esta palavra tem, sem falar em todo retrospecto que é falado sobre o assunto, do sofrimento à morte.      Por estas situações que a palavra muitas vezes é tão perigosa e pode ferir tal como uma arma.
Quantos de nós não vivemos situações de medo que acabaram por perturbar o nosso cotidiano, desde alterações no sono, ansiedade, insegurança, dores no estomago, dores de cabeça ou dores pelo corpo? Quantas coisas deixamos de fazer por medos ou inseguranças impostas por nossas culturas? “Não ande de pés descalços que vai ter problema na bexiga”, “não vá na chuva que vai dar pneumonia”, “não sai de perto da mãe senão o velho do saco vai te pegar”, “se fizer isto vai apanhar”, e assim por diante, nossa vida foi sempre controlada pelo medo.
                Os medos muitas vezes provêm de situações já vividas de perigo, como por exemplo, os medos de água, de lugares fechados, de escuro, de altura, de temporais, de cachorro, de dirigir, entre outros. Geralmente iremos ter medo se já passamos por algo perigoso. Muitas vezes, se conseguimos lidar com as situações que foram desencadeadoras do medo em nosso passado, poderemos sim superar nossos temores e nos consagrarmos vencedores em nossas vidas, superando mais e mais obstáculos.

Dr. Ivan Bonaldo
Crefito 8/99696 – F

Pato Branco
(46) 3025 5399

Dois Vizinhos
(46) 3536 4713

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Vivências de um Microfisioterapeuta

            Após quatro anos trabalhando como Microfisioterapeuta, muito pude aprender sobre as reações de nosso corpo. Quando achava que um acidente automobilístico seria uma das piores coisas para uma pessoa, comecei a descobrir que a palavra ou atitudes ferem quase que da mesma quantia, e ambas podem deixar uma pessoa inválida para a vida toda. Quem diria que nosso emocional poderia fazer tanto a nós, quem diria que ele é o nosso maior causador de doenças.
                Achávamos que somente o nervosismo ou a ansiedade estavam relacionados ao estresse, mas dia após dia os médicos estão aceitando um fundo emocional em milhares de doenças, desde uma depressão, insônia, até uma dor articular ou uma lesão por esforço repetitivo.
                Ano após ano é tentado eliminar uma série de doenças das nossas vidas, mas esta busca sempre encontra uma barreira. A doença geralmente não pode ser eliminada ao todo, se a causa permanece em nós, por isto aparecem tantas recidivas, ou seja, “eu fiz uma cirurgia, mas após alguns anos meus sintomas retornaram”, “eu tomo medicamento e alivia a dor de cabeça, mas no outro dia eu tenho novamente”, “eu me tratei há alguns anos a traz, mas agora o sintoma voltou mais forte”.
                Enquanto vivemos nossas antigas frustrações, consciente ou inconscientemente, permanecemos alterando nosso organismo, cada pessoa de sua forma. Tudo o que somos depende do que recebemos hereditariamente por nossos antepassados, a cultura que vivemos a religião que seguimos e etc. Já começamos não muito bem, pois nossos antepassados foram um povo sofredor, que passou por guerras, disputas de terra, fugas de países, além do mais, num Brasil recém formado, muitas vezes passaram até por necessidades.
                Como vocês podem perceber, nossos problemas já começam a longo prazo, antes mesmo de sermos metade espermatozóide e metade óvulo. Outro período de grande importância consiste nos dois meses e meio antes da fecundação, período denominado de pegada genômica, quando ocorre a formação do óvulo e do espermatozóide. Neste período de formação, o modo em que os pais estão vivendo deixará um traço na personalidade do futuro indivíduo.
                A gestação também corresponde a um período de fragilidades, tanto para a mãe quanto para o feto. As fragilidades gravadas independerão se são relacionadas a frustrações familiares ou profissionais, a forma que elas serão vividas gravarão um padrão emocional. E isto se torna necessário, para dar característica a nossa personalidade.
                Não podemos deixar de lado também a pequena infância, período de brincadeiras, diversão, convívio com familiares e muito aprendizado. Aprendemos a segurar a cabeça, a engatinhas e depois a andar, aprendemos a balbuciar palavras, depois falar e depois a cantar. Mas também neste período somos, pequenos, frágeis e suscetívos aos perigos ao nosso redor, estamos sempre prontos para voltar para dentro da fortaleza protetora dos braços de nossos pais. Mas quando a fortaleza se torna uma ameaça, temos de criar nossas próprias armaduras, nos tornando rígidos, dependentes, ou com falta de confiança.
                A nossa vida é cheia de experiências boas e ruins. Das boas tiramos muitas lições, das ruins mais ainda. Tudo que passamos nos ajuda a evoluir e sermos quem somos. Passar por traumas não é tão ruim, mas sim o fato de permanecermos nele é que geram um tremendo estrago em nosso organismo. Devemos nos libertar de nossas frustrações mais profundas, sejam elas hereditárias, logo antes da gestação, na gestação, infância ou na vida adulta, para que possamos viver numa totalidade de nosso “eu”, e não viver influenciado pelas marcas existentes em nosso passado. A mágoa, a raiva, a discórdia só nos levam a decadência do nosso ser.
                Como o peso de nosso passado, vivemos reagindo as situações emocionalmente, e não racionalmente, como deveríamos, fazendo com que outras pessoas ao nosso redor sejam magoadas ou fiquem tristes pelas palavras que proferimos. O ato de largarmos a influencia do nosso passado faz com que tomemos a direção de nossas vidas, e possibilita que façamos escolhas dantes inimagináveis.

                                           

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Tá com Frio? Vá de Pilates!


        O inverno chegou e com ele vem a preguiça, a vontade de ficar aconchegado em casa e de comer coisas mais calóricas. A vontade de praticar exercícios físicos ao ar livre vai embora e mesmo nossas atividades cotidianas tendem a diminuir. Soma se a isso o aumento da tensão muscular, ocasionada pelo frio, e o aumento do tempo em posições incorretas para a postura, e temos mais dores e menos condicionamento físico.


         O método Pilates, surge como uma boa opção para aquecermos nosso corpo, nos livrarmos das tensões e mantermos nosso condicionamento. É praticado em ambiente fechado e na maioria das vezes climatizado, podendo ser realizados com roupas quentes e confortáveis.

         Proporciona alongamentos do corpo todo, principalmente da coluna, pois trabalha com o princípio de alongamento  facilitado,, diminuindo riscos de lesões.

         Apesar de não ser um exercício aeróbico,  ativa a circulação sanguínea, melhorando a nutrição celular de músculos e articulações.

         O método utiliza molas e o peso do próprio corpo para proporcionar fortalecimento muscular, sempre focando os músculos estabilizadores da coluna e de outras articulações, em especial os músculos do abdômen, região lombar e pélvica, considerados como centro de força do corpo.

         O metabolismo também é favorecido com a realização de exercícios, assim como a atividade imunológica, auxiliando na proteção do corpo contra vírus, tão comuns nesses dias frios.

   
         Por essas e muitas outras razões, não se deixe abater pela queda na temperatura. Pratique Pilates, Pratique vida! 

terça-feira, 24 de maio de 2011

Como você lida com o Estresse?

                 Fonte: Internet              
             Não corresponde ao estresse a culpa pelo favorecimento da progressão das doenças, mas sim nossa maneira de encarar ele. Todos passamos por situações de estresse durante a vida, mas nem todos desenvolvemos alterações por isto. Os sentimentos de abandono, impotência, frustrações, medos e desequilíbrio interior que nos invadem diante das provocações e provações da vida, estes sim desencadeiam os males. Se passássemos pelas situações, sem guardar magoas, rancores, culpas, discórdias, e parássemos de remoer o que nos passou, conseguiríamos deixar muitos de nossos sintomas para trás.
                Infelizmente, muitas vezes nossas personalidades já trazem fragilidades reflexas da nossa hereditariedade ou da nossa infância, onde não podíamos por nós mesmo lidar de forma racional sobre as frustrações passadas, e passamos a carregar conosco uma personalidade, muitas vezes de ações emocionais imediatas, como por exemplo, quando reagimos constantemente com sentimentos de desvalorização, culpabilização, irritação diante de algumas situações cotidianas, nem sempre por querermos, mas por termos gravado em nossa memória situações deste tipo, e acabamos agindo desta forma como uma maneira de proteção. Exemplos destas situações estão no nosso dia a dia, desde evitarmos puxar conversa com o chefe, por medo de sermos desvalorizados, alterarmos o tom da voz em uma conversa, quando nos sentimos ameaçados, ficar ansioso em alguns trabalhos ou provas, por medo de sermos culpados por algum erro, criando uma tempestade em um copo de água, em situação simples.
Só iremos ter medo de algo, se já passamos por uma situação parecida. Não temos medo de água, sem ter passado por um perigo relacionado à água, não desenvolvemos uma fobia social, sem termos passado por um problema no vínculo social, não nos sentimos desvalorizados, sem termos sido desvalorizados. O nosso corpo nos traz sintomas físicos e emocionais não para nos chatear, mas sim como uma forma de prevenção ou uma forma de nos mostrar que tem algo de errado, mas infelizmente não entendemos o que ele tem a nos dizer, e permanecemos com os sintomas.
Segundo David Spiegel, um dos psiquiatras universitários mais reconhecidos dos EUA, “os sentimentos e as emoções que não expressamos se tornam um obstáculo interior. Ao nos esforçarmos para mantê-los fora de nossa consciência frequentemente alimentamos o efeito do estresse que os provocou e fazemos uso de certos recursos psíquicos que são ainda muito mal conhecidos.”
                É preciso saber que os traumas não cicatrizados somente nos levam a um falso sentimento de impotência, fobia ou medo, nervosismo, ansiedade. Essas sensações podem ter sido verdadeira no passado, no momento do trauma, mas não é mais relevante no momento. Por isto, a melhor forma de nos sentirmos bem, é deixar o passado para traz, largar os estresses já vividos, para que agora o corpo possa se corrigir e voltar a um estado de equilíbrio.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Depressão na vida adulta


A depressão é um transtorno por sintomas de humor deprimido, além de perda lenta e sistemática do prazer e satisfação com a vida. Acomete em torno de 8 a 12% da população com 80% de recorrência, iniciando-se geralmente entre os 20 e 40 anos, embora possa iniciar também na infância.

O estresse parece ser um dos principais fatores ambientas que predispõem um indivíduo à depressão. Em cerca de 60% dos casos, os episódios depressivos são precedidos pela ocorrência de fatores estressantes, principalmente de origem social. Além disso, a conhecida influência de fatores genéticos no desenvolvimento da depressão poderia ser decorrente de um aumento da sensibilidade a eventos estressantes.

                Várias são as queixas presentes dentro do estado depressivo, incluindo redução da atenção e lentidão do pensamento, distúrbios na memória de curto prazo, memória de longo prazo, e é descrito também que pacientes deprimidos teriam maior seletividade ao negativismo. Trabalhos de Beck (1963) relatam que as construções negativistas do pensamento são o fato primeiro na cadeia sintomática, uma vez que as pessoas depressivas, estando pessimistas, facilmente despertam rejeição o que intensifica sua autodesaprovação, tornando-as mais negativas e assim alimentando o ciclo doentio.

                Para o tratamento da depressão é necessário a busca pela causa do problema. Sabendo-se que os agentes estressores são o que originam geralmente a depressão, através da Microfisioterapia podemos buscar as memórias estressantes e a partir de então dar um estímulo para restaurar a função dos órgãos responsáveis pelo surgimento desta patologia, possibilitando a retomada da qualidade de vida.

Dr. Ivan Bonaldo
CREFITO 8/ 99696-F